Best-seller do New York Times sobre uma adolescente que conta sua história através de uma poesia intensa, crua e poderosa. Xiomara Batista se sente sem voz e incapaz de se esconder no Harlem. Desde que seu corpo ganhou curvas, ela aprendeu a deixar os punhos e toda sua raiva falarem. E, em contraste com as regras da mãe religiosa, Xio tenta expressar suas próprias crenças através da poesia: a garota derrama toda frustração e paixão nas páginas de um caderno, recitando as palavras para si mesma como orações.
Em seu romance de estreia, Elizabeth Acevedo aborda dúvidas e experiências frenquentes da adolescência – religião, relacionamento e autoaceitação –, apresentando essas questões por meio das lentes da herança afro-latina de Xiomara.
Acevedo elevou o romance escrito em verso a uma ferramenta poderosa, fornecendo aos leitores uma narrativa incrivelmente viciante e deliciosamente rítmica, implorando para ser lido em voz alta. A autora traz um ponto de vista único para aqueles que convivem com todo tipo de preconceito e procuram por si mesmos na literatura e na vida.
RESENHA:
Assim que comecei a ler ,me apaixonei pela Xionara.
Uma menina que mora na periferia ,e todos os dias convive com a criminalidade de perto.
Xionara ,tem uma mãe muito conservadora ,e todos anseios dela é que sua filha seja religiosa.
Xionara ,se sente só e incompreendida e para aliviar sua alma ,ela tem um grande trunfo:
Sua poesia!!
Esse livro é apaixonante,você não consegue parar de ler,pois a leitura é fluída e gostosa.
Super recomendo .
A autora esta de parabéns por esse lançamento maravilhoso.
24/01/2019
Sol na cabeça
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Em O sol na cabeça, Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades inerentes à idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI.
Em “Rolézim”, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. Em “A história do Periquito e do Macaco”, assistimos às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. Situado em 2013, quando a maioria da classe média carioca ainda via a iniciativa do secretário de segurança José Beltrame como a panaceia contra todos os males, o conto mostra que, para a população sob o controle da polícia, o segundo “P” da sigla não era exatamente uma realidade. Em “Estação Padre Miguel”, cinco amigos se veem sob a mira dos fuzis dos traficantes locais.
Nesses e nos outros contos, chama a atenção a capacidade narrativa do escritor, pintando com cores vivas personagens e ambientes sem nunca perder o suspense e o foco na ação. Na literatura brasileira contemporânea, que tantas vezes negligencia a trama em favor de supostas experimentações formais, O sol na cabeça surge como uma mais que bem-vinda novidade.
RESENHA
Um livro de leitura rápida e fluida.
Um livro que mostra a realidade de muitos cariocas em suas vidas nas favelas e subúrbios do Rio.
O livro é feito de contos,cada um com sua importância social e que nos faz pensar um pouco fora da caixinha.
Mostra nua e cruamente a desigualdade social,racismo e como é duro nesta cidade maravilhosa ,nascer sem privilégios.
Amei sentir cada personagem,seus dramas,valores ,medos e dúvidas.
É um daqueles livros que todos que dizem que não existe privilégios,racismo etc,,,deveriam ler.
Eu amei cada conto,cada detalhe ,e o melhor é que ele é cheio de gírias ,que nos deixam bem mais ligados a realidade que esta sendo contada.
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Em “Rolézim”, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. Em “A história do Periquito e do Macaco”, assistimos às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. Situado em 2013, quando a maioria da classe média carioca ainda via a iniciativa do secretário de segurança José Beltrame como a panaceia contra todos os males, o conto mostra que, para a população sob o controle da polícia, o segundo “P” da sigla não era exatamente uma realidade. Em “Estação Padre Miguel”, cinco amigos se veem sob a mira dos fuzis dos traficantes locais.
Nesses e nos outros contos, chama a atenção a capacidade narrativa do escritor, pintando com cores vivas personagens e ambientes sem nunca perder o suspense e o foco na ação. Na literatura brasileira contemporânea, que tantas vezes negligencia a trama em favor de supostas experimentações formais, O sol na cabeça surge como uma mais que bem-vinda novidade.
RESENHA
Um livro de leitura rápida e fluida.
Um livro que mostra a realidade de muitos cariocas em suas vidas nas favelas e subúrbios do Rio.
O livro é feito de contos,cada um com sua importância social e que nos faz pensar um pouco fora da caixinha.
Mostra nua e cruamente a desigualdade social,racismo e como é duro nesta cidade maravilhosa ,nascer sem privilégios.
Amei sentir cada personagem,seus dramas,valores ,medos e dúvidas.
É um daqueles livros que todos que dizem que não existe privilégios,racismo etc,,,deveriam ler.
Eu amei cada conto,cada detalhe ,e o melhor é que ele é cheio de gírias ,que nos deixam bem mais ligados a realidade que esta sendo contada.
26/12/2018
Leve-me com Você
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August Shroeder é um professor de ciências desacreditado e um alcoólatra em recuperação. Todos os anos, seu destino nas férias de verão é o mesmo: a estrada. Em seu trailer, ele percorre quilômetros e mais quilômetros nas rodovias para visitar os belíssimos parques e reservas naturais. Seu plano era visitar o Parque Nacional Yellowstone com seu filho, Phillip, mas agora não há ninguém no banco do passageiro — apenas um punhado de cinzas guardado no porta-luvas, em uma garrafa de chá carregada de significado.
Quando o trailer quebra, August busca conserto na oficina mais próxima. Mas, além do motor home pronto para seguir viagem, ele sai de lá com dois garotos a tiracolo — seus novos companheiros nessa road trip — e a chance de repaginar uma viagem que tinha tudo para ser melancólica e permeada por lembranças doloridas.
É com a sensibilidade e o encanto que se tornou marca registrada dos livros da linha DarkLove que Catherine Ryan Hyde fala sobre honestidade, luto, perdas, conquistas e transformações, desatando nós nos corações dos leitores e curando feridas que ninguém imaginava ter.
Com sua voz poderosa, que já emocionou milhares de leitores pelo mundo, traz à tona uma discussão sobre a imprevisibilidade da vida e como família nem sempre significa dividir o mesmo sangue.
Resenha
Um dos livros mais lindos que li esse ano.
o selo DarkLove é realmente um aviso para os corações sensíveis se emocionar.
August é um homem solitário,depois da morte de seu filho,toda sua vida mudou.
Esse ano ele está viajando no seu trailer ,uma longa viagem que promete muita reflexão sobre a vida.
Porém como nada acontece como planejamos,o Trailer quebra ,e ao chegar a uma oficina mecânica,toda sua vida está prestes a mudar.
Esse livro fala de amor,não daqueles românticos ,mas daqueles amores que nos faz amar alguém totalmente desconhecido como um parente de sangue.
É um livro sobre confiança,generosidade e eternidade.
Eu super recomendo essa leitura linda.
Amei ,chorei,ri ,enfim ,fui muito bem aventurada lendo esse livro lindo.
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Quando o trailer quebra, August busca conserto na oficina mais próxima. Mas, além do motor home pronto para seguir viagem, ele sai de lá com dois garotos a tiracolo — seus novos companheiros nessa road trip — e a chance de repaginar uma viagem que tinha tudo para ser melancólica e permeada por lembranças doloridas.
É com a sensibilidade e o encanto que se tornou marca registrada dos livros da linha DarkLove que Catherine Ryan Hyde fala sobre honestidade, luto, perdas, conquistas e transformações, desatando nós nos corações dos leitores e curando feridas que ninguém imaginava ter.
Com sua voz poderosa, que já emocionou milhares de leitores pelo mundo, traz à tona uma discussão sobre a imprevisibilidade da vida e como família nem sempre significa dividir o mesmo sangue.
Resenha
Um dos livros mais lindos que li esse ano.
o selo DarkLove é realmente um aviso para os corações sensíveis se emocionar.
August é um homem solitário,depois da morte de seu filho,toda sua vida mudou.
Esse ano ele está viajando no seu trailer ,uma longa viagem que promete muita reflexão sobre a vida.
Porém como nada acontece como planejamos,o Trailer quebra ,e ao chegar a uma oficina mecânica,toda sua vida está prestes a mudar.
Esse livro fala de amor,não daqueles românticos ,mas daqueles amores que nos faz amar alguém totalmente desconhecido como um parente de sangue.
É um livro sobre confiança,generosidade e eternidade.
Eu super recomendo essa leitura linda.
Amei ,chorei,ri ,enfim ,fui muito bem aventurada lendo esse livro lindo.
14/12/2018
Sem Coração
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Um dos principais nomes no concorrido segmento de literatura jovem atual, Marissa Meyer recria o passado da famosa Rainha de Copas, personagem do clássico Alice no País das Maravilhas, no aguardado lançamento Sem coração. Conhecida pela série Crônicas Lunares, na qual reconta tradicionais contos de fadas como Cinderela e Branca de Neve com uma abordagem futurista e inusitada, Marissa Meyer alcançou o topo da lista dos mais vendidos do The New York Times com Sem coração, e a preferência dos leitores com suas tramas de ritmo ágil e final surpreendente. Com uma narrativa cinematográfica, Meyer oferece uma visão do País das Maravilhas diferente de qualquer outra já imaginada até aqui ao contar a história de Catherine, garota cheia de personalidade que sonhava ser uma confeiteira famosa e só queria viver seu primeiro amor, mas que diante dos golpes do destino acabou se tornando a temida Rainha de Copas. Marissa Meyer é um dos nomes confirmados para participar da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 3 a 12 de agosto.
Contos de fadas revisitados.
Catherine era uma das garotas mais desejadas do País das Maravilhas e a favorita do ainda solteiro Rei de Copas, mas seus interesses eram outros. Por seu talento na cozinha, ela só queria abrir uma confeitaria em sociedade com sua melhor amiga e oferecer ao Reino de Copas os mais deliciosos doces e bolos.
Porém, de acordo com sua mãe, era uma ideia inaceitável para a jovem que poderia ser a próxima rainha. Em um baile real em que o rei pretende pedi-la em casamento, Cath conhece Jest, o belo e misterioso bobo da corte. Pela primeira vez, sente a força da pura atração. Mesmo correndo risco de ofender o rei e contrariar os pais, ela e Jest iniciam um relacionamento intenso e secreto.
Cath está determinada a escolher o próprio destino e se apaixonar nos seus próprios termos. Mas em uma terra repleta de magia, loucura e monstros, o destino tem outros planos...
A aclamada autora das Crônicas Lunares oferece uma visão do País das Maravilhas diferente de qualquer outra já vista e conta a história de uma garota que viria a ser um dia a famosa Rainha de Copas.
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Contos de fadas revisitados.
Catherine era uma das garotas mais desejadas do País das Maravilhas e a favorita do ainda solteiro Rei de Copas, mas seus interesses eram outros. Por seu talento na cozinha, ela só queria abrir uma confeitaria em sociedade com sua melhor amiga e oferecer ao Reino de Copas os mais deliciosos doces e bolos.
Porém, de acordo com sua mãe, era uma ideia inaceitável para a jovem que poderia ser a próxima rainha. Em um baile real em que o rei pretende pedi-la em casamento, Cath conhece Jest, o belo e misterioso bobo da corte. Pela primeira vez, sente a força da pura atração. Mesmo correndo risco de ofender o rei e contrariar os pais, ela e Jest iniciam um relacionamento intenso e secreto.
Cath está determinada a escolher o próprio destino e se apaixonar nos seus próprios termos. Mas em uma terra repleta de magia, loucura e monstros, o destino tem outros planos...
A aclamada autora das Crônicas Lunares oferece uma visão do País das Maravilhas diferente de qualquer outra já vista e conta a história de uma garota que viria a ser um dia a famosa Rainha de Copas.
Resenha
Esse livro veio na malinha do turista literário do mês passado.
Fiquei muito desconfiada que seria uma leitura super chata,mas me enganei.
O livro nos apresenta a Catherine,uma menina simples ,filha de nobres que sonha em ter uma vida comum,trabalhando com os doces que ela ama tanto fazer.
Porém ,como filha de nobres,esse sonho é algo bem longe de se realizar.
O livro é dentro do universo de Alice no País das Maravilhas,porém nada de Alice nessa estória.
Eu ,achei o livro tão maravilhoso,nos dá uma visão totalmente diferente da dura rainha de copas.
É um livro que vale a pena ler,me diverti muito,tive raiva,me emocionei ...Enfim amei^^
05/12/2018
O Diário de Myriam
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De um lado, uma menina judia que passou anos escondida no Anexo Secreto tentando sobreviver à guerra de Hitler. De outro, uma garota síria que sonha ser astrônoma e vê seu mundo girar após a eclosão de um conflito que ela nem mesmo compreende. Mesmo separadas por mais de setenta anos, Anne Frank e Myriam Rawick têm um elo comum: ambas são símbolos de esperança e resistência contra os horrores de um país em guerra e acreditam no poder das palavras.
‘O Diário de Myriam’ é um registro comovente e verdadeiro sobre a Guerra Civil Síria. Escrito em colaboração com o jornalista francês Philippe Lobjois, que trabalhou ao lado de Myriam para enriquecer as memórias que ela coletou em seu diário, o livro descortina o cotidiano de uma comunidade de minoria cristã que sofre com o conflito através dos olhos de uma menina.
Assim como acompanhamos a Segunda Guerra Mundial pelos olhos da pequena Ada em A Guerra Que Salvou a Minha Vida e A Guerra Que Me Ensinou a Viver, O Diário de Myriam apresenta a perspectiva de uma menina que teve sua infância roubada ao crescer rodeada pelo sofrimento provocado pela Guerra da Síria, iniciada em 2011. Myriam começou a registrar seu cotidiano após sugestão da mãe, que propôs que ela contasse tudo aquilo que viveu para, um dia, poder se lembrar de tudo o que aconteceu.
Escrito entre novembro de 2011 a dezembro de 2016, o diário alterna entre as doces memórias do passado na cidade de Alepo e os dias doloridos e carregados de incertezas. E é com a sensibilidade de uma autêntica contadora de histórias que ela narra a preocupação crescente de seus pais com as notícias na tv, as pinturas revolucionárias nos muros da escola, as manifestações contra o governo, a repressão, o sequestro de seu primo e, por fim, os bombardeios que destroem tudo aquilo que ela conhecia.
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‘O Diário de Myriam’ é um registro comovente e verdadeiro sobre a Guerra Civil Síria. Escrito em colaboração com o jornalista francês Philippe Lobjois, que trabalhou ao lado de Myriam para enriquecer as memórias que ela coletou em seu diário, o livro descortina o cotidiano de uma comunidade de minoria cristã que sofre com o conflito através dos olhos de uma menina.
Assim como acompanhamos a Segunda Guerra Mundial pelos olhos da pequena Ada em A Guerra Que Salvou a Minha Vida e A Guerra Que Me Ensinou a Viver, O Diário de Myriam apresenta a perspectiva de uma menina que teve sua infância roubada ao crescer rodeada pelo sofrimento provocado pela Guerra da Síria, iniciada em 2011. Myriam começou a registrar seu cotidiano após sugestão da mãe, que propôs que ela contasse tudo aquilo que viveu para, um dia, poder se lembrar de tudo o que aconteceu.
Escrito entre novembro de 2011 a dezembro de 2016, o diário alterna entre as doces memórias do passado na cidade de Alepo e os dias doloridos e carregados de incertezas. E é com a sensibilidade de uma autêntica contadora de histórias que ela narra a preocupação crescente de seus pais com as notícias na tv, as pinturas revolucionárias nos muros da escola, as manifestações contra o governo, a repressão, o sequestro de seu primo e, por fim, os bombardeios que destroem tudo aquilo que ela conhecia.
Resenha:
"Um dia quando eu era bem pequena ,papai disse:
"Alepo é a estrela da terra".Ele tinha razão.
Alepo era um Éden,era nosso Éden."
O Diário de Myriam é um livro muito comovente ,de uma garotinha cristã síria que começou a escrever um diário desde os seis anos de idade.
Myriam ,nos apresenta com sua visão infantil os horrores de uma guerra tão violenta e injusta.
O seus dias de brincadeiras na rua com sua irmã mais nova ,e seus amigos da escola de uma hora para outra totalmente mudado por uma rotina de violência e terror.
A inocência de Myriam é algo que nos chama atenção,como as crianças são afetadas nos seus sonhos por algo tão triste como a guerra.
Ela fala de Alepo antes de todo terror, e como durante toda a guerra a família dela perdeu tudo,sonhos,objetos,vida...
"Alepo é uma cidade fantasma.Não tem ninguém .Ás vezes ,há senhoras de preto que correm do lado de fora,ou pessoas armadas.Mas só isso.
Quando a gente abre as janelas,não tem um barulho de vida sequer.Não existe flores,não existem cores e até os pássaros já nos deixaram."
O livro me fez chorar muitas vezes e me deixou imaginando como era essa terra antes de tudo isso.
Acho que esse livro deveria ser lido por todas as pessoas,principalmente aquelas que acham que refugiados de guerra são vagabundos e querem entrar nos países dos outros só para se aproveitar.
Infelizmente temos visto até no nosso Brasil esse tipo de pensamento pobre e infeliz.
Esse livro é uma lição que uma menina tão jovem dá ao mundo.
"tenho treze anos.Cresci rápido,rápido demais.
Sei reconhecer as armas,sei reconhecer as bombas.Sei quando é preciso se esconder e como se deve esconder.
Mas ,principalmente ,sei o que é a morte.A perda de pessoas que se ama,e o medo de morrer.
Eu me vi encurralada em um conflito sem nome,sem palavra para as crianças .Não o entendi.
Falava-se de guerra civil,falava-se de bombardeios russos ,de coalizão internacional.
Para mim ,era só medo ,tristeza ,angústia. E as lembranças de uma vida de antes que não recuperarei nunca mais"
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